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Extensões para Joomla – como escolher as suas para criar sites e portais

O poder do Joomla pode ser ampliado com a instalação de extensões. Há uma quantidade impressionante de extensões pagas e gratuitas. Elas podem ser pesquisadas no site do Joomla (http://extensions.joomla.org/) . Lá o usuário pode escolher as extensões conforme as necessidades e os objetivos do site.

A escolha deve ser feita com alguns critérios e cuidados, assim como tratado no post sobre os plugins do WordPress. A questão da compatibilidade entre as extensões e as versões do Joomla requer um pouco mais de cuidados que no caso do WordPress. Muitas extensões populares, por exemplo, não são ainda compatíveis com a última versão do Joomla.

O site de extensões do Joomla é bastante amigável, com análises (reviews), notas (ratings) e comentários. Ao escolher uma extensão é importante verificar entre outras coisas:

a) tipo de licença;

b) compatibilidade;

c) quantidades de downloads(popularidade) e data de atualização;

d) análises e notas atribuídas por usuários;

e) possíveis exigências de sistema (mais comumente da versão do PHP).

O usuário pode facilitar as pesquisas por extensões em menus que indicam as mais avaliadas com notas (Most rated), as de melhores avaliações (Top rated), as escolhas dos editores (Editor’s pick), mais populares ( Popular Extensions), mais analisadas e comentadas pelos usuários (Most reviewed), mais marcadas como favoritas (most favoured).

As extensões podem ser pesquisadas de acordo com categorias relacionadas as suas finalidades.

Realizar um backup do site é importante para possível recuperação em caso de problemas. Uma das extensões populares é a extensão que realiza backups: Akeeba Backup.

Outra extensão popular é um editor para os artigos: JCE.

As extensões contribuem para que o Joomla possa ser empregado tanto para sites pessoais, blogs, bem como para portais com finalidades diversas. A quantidade de extensões gratuitas impressiona.

Ataques hackers: reflexões são necessárias

Os ataques a sites governamentais devem despertar uma série de discussões, que devem incluir questões relativas à segurança de sistemas, privacidade, computação nas nuvens, senhas inseguras, práticas imprudentes de navegação, entre outras, mas não pode esquecer o domínio de registros.

Logicamente os ataques de hackers não foram os primeiros e não serão os últimos. Os objetivos podem ser variados, inclusive ideológicos e econômicos. Nos sites especializados em informática, é possível encontrar notícias de hackers contrados e de questões éticas e políticas relativas a estas contratações.

Não há como fugir da internet. É necessário, no entanto, procurar formas que aumentem a segurança e a privacidade dos sistemas e dos usuários. As discussões são extensas, e não podem ficar “debaixo do tapete”. A Sociedade precisa participar deste processo.

A universalização de acesso a internet deve ser acompanhado da conscientização e devida formação de uma cultura digital, que preserve a privacidade,  possibilite clareza na compreensão de direitos, deveres e responsabilidades de provedores de acesso, provedores de conteúdos e usuários.

Inicialmente um dos temas que atrairá muitas discussões é a computação nas nuvens. Se já não havia um consenso, agora as discussões devem esquentar um pouco mais no Brasil.

A razão para isto é simples. Muitas vezes ataques desta natureza pareciam apenas para grandes empresas multinacionais e para outros países, especialmente os Estados Unidos.  Os ataques no Brasil ganharam um “tom” de provocação ou de alerta grave. A proximidade da Copa e das Olimpíadas deve contribuir para aumentar as preocupações e, consequentemente, os investimentos na prevenção.

Políticas de incentivo à aquisição de softwares originais, assim como já existem para computadores, seriam uma medida interessante. Afinal, softwares piratas e desatualizados aumentam os riscos tanto para os usuários quanto para a formação de redes de computadores zumbis.  Esta discussão, no entanto, pode ficar para um outro post.

 

 

 

 

Uso de diferentes navegadores: Internet Explorer, Firefox e Chrome

Algumas vezes podemos nos deparar com problemas na visita a alguns sites e no uso de serviços e funcionalidades em sites. Uma possível saída para problemas desta natureza é o uso de diferentes navegadores, como, por exemplo, o Internet Explorer, Firefox e o Chrome.

O uso de um outro navegador pode solucionar um problema de navegação ou uso de funcionalidade de um site. Eu uso o Internet Explorer 9 e o Firefox 4. Alguns sites que acesso apresentam problemas que são contornados com a troca do browser.

Os problemas de compatibilidade entre browsers estão relacionado predominantemente às formas de “tradução” dos códigos das páginas, configurações padrões de segurança, permissão de cookies e Javascript.

Visitando algumas páginas com diferentes browsers poderemos encontrar sites que são um pouco diferentes, dependendo do browser encontrado. Algumas bordas aredendondadas não aparecem arredondadas neste ou naquele navegador. Isto acontece porque os navegadores não interpretam todos os códigos(html e css, basicamente) da mesma forma.

Em síntese, quando encontrar um problema ao visitar um site ou usar uma funcionalidade, faça um teste com outro navegador. Isto pode resolver o seu problema. Fique sempre atento às atualizações dos softwares, tanto por razões de seguranças, mas também de compatibilidade.

Muitos desenvolvedores e designers testam seus sites e códigos nos navegadores mais populares. Em alguns casos, eles usam códigos específicos para este ou aquele navegador, para minimizar a ocorrência de problemas. No Brasil, três browsers populares são: Internet Explorer, Firefox e Chrome.

 

 

Domínio Público – site para pesquisa

Domínio Pùblico é um portal governamental para pesquisa e estudo, oferencendo uma diversidade de materiais gratuitos, incluindo partituras, obras literários entre muito mais.

www.dominiopublico.gov.br

Nele, por exemplo, é possível encontrar as obras completas de Machados de Assis, obras de Shakespeare, literatura infantil, música clássica brasileira…

Teses e dissertações também podem ser pesquisadas, assim como publicações sobre Educação.

Enfim, sugiro a visita. Em breve, escreverei de outro site gratuito de pesquisa: o Portal de Acesso da Livre da Capes.

Hospedagem gratuita de sites – fatores a considerar II

Dando continuidade ao post anterior…

1 – Endereço de domínio – o endereço de domínio é muito importante. Ele deve ser de fáceis memorização e digitação. Serviços gratuitos de hospedagem geralmente não aceitam domínios registrados em órgãos responsáveis(domínios pessoais ou empresariais). Geralmente o endereço fica em dos seguintes formatos.

www.nomedoseusite.nomedoprovedor.com   ou  www..nomedoprovedor.com/nomedoseusite

Fica fácil ver que a digitação e a memorização tendem a ser mais difíceis que www.nomedoseusite.com .  

O custo médio de um registro de domínio está por volta de R$ 30,00 por ano. Anualmente o domínio precisa ser renovado. Caso não seja renovado, após certo tempo ele estará disponível novamente para que outra pessoa o registre.

2- Linguagens dinâmicas – Geralmente os provedores gratuitos não aceitam linguagens dinãmicas (php, por exemplo). O suporte básico é html, CSS, Flash e Javascript. Não é possível instalar por exemplo sistemas CMS. Não é possível usar bancos de dados. Linguagens dinâmicas são fundamentais para aplicações interativas complexas, acesso a bancos de dados, sistemas variados, programação baseada no servidor. Em síntese, as possibilidades são limitadas.

3- Termos de uso – Por ser um serviço gratuito, o serviço tende a ter “liberdade” para mudar os termos, reduzir ou ampliar espaços e recursos, limitar conteúdos, inserir propagandas.  Se os Termos de Uso sofrerem alterações o seu site pode ficar “inacessível” até que você aceite os novos termos.

Em síntese, é necessário avaliar até que ponto uma hospedagem gratuita pode ser recomendada ou suficiente para o tipo de site que você pretende ter ou tem.

Um risco é o serviço ser extinto e você perder todo o seu trabalho e seus conteúdos.

Hospedagem gratuita de sites – fatores a considerar

O desejo de estar presente online é muito forte. Diversos fatores que colaboram para os sucessos de redes sociais e serviços web, tais como Orkut, Twitter,YouTube Facebook, Blogspot… A facilidade de criação de perfis ou contas ajuda a atrair usuários para estes serviços. Examinar vantagens e motivos para sucesso destes serviços não é uma tarefa difícil: variedade de recursos, simplicidade de uso, abrangência de ação e “custo zero.” Na verdade, a gratuidade é um pouco relativa. Afinal, é difícil imaginar alguém investindo milhões em tecnologia apenas para oferecer serviços de graça. Em geral, há interesses comerciais, mais ou menos visíveis ao usuário final. O grande patrocinador de muitos serviços gratuitos na web é a publicidade, implícita ou explícita, para a própria marca/empresa ou para terceiros. Em alguns casos a publicidade fica evidente. Em outros, a questão é mais sutil.

O meu foco aqui é a hospedagem gratuita de sites. Há serviços que oferecem hospedagem gratuita de sites. Entre estes casos, há os gratuitos abertos ( “quase” qualquer pessoa pode ter) e os gratuitos fechados ( por exemplo, apenas para clientes de um provedor, empresa ou algo do tipo). Este tipo de hospedagem já fez muito sucesso. Hoje, visualmente a situação parece ser um pouco diferente. O caso de “hospedagem gratuita” mais visível são as hospedagens/serviços de blogs. A principal vantagem, é claro, é o “custo zero”.

Há, no entanto, algumas questões a considerar para avaliar até que ponto a gratuidade vale a pena, com base nos recursos e nas limitações destes serviços.  Entre os fatores a considerar destacam-se:

1) Endereço de Domínio – um domínio fácil de ser digitado e memorizado é fundamental

2) Recursos, facilidade e flexibilidade de design – alguns serviços usam templates básicos ou construtores de sites limitados

3) Espaço de uso – a necessidade dependerá do tipo de sites, de suas características e da frequência de atualização

4) Recursos disponíveis

5) Suporte (ou não) a linguagens dinâmicas (PHP e ASP.net, por exemplo) e banco de dados ( MySQL, por exemplo)

6) Recursos de backup, importação, exportação, restauração…  – imagine que um dia você pode querer transferir seu site para outro provedor. Já imaginou não conseguir fazer backup ou exportação? O site ou blog poderia ficar “preso” ao serviço.

7)  Restrições de uso – nunca deixe de ler com calma os termos e/ou condições de uso

8 ) Termos de uso – direitos e deveres

9) Publicidade inserida pelo serviço – geralmente o ususário não pode controlar ou gerenciar isto. Meu primeiro site foi gratuito e visitantes não entendiam as publicidades, até por não terem relação com o foco do site.

Entre outros …

O objetivo deste e de alguns posts futuros é ajudar a identificar e refletir sobre possíveis vantagens e desvantagens de serviços gratuitos de hospedagem de sites e blogs, com base nas necessidades do usuário. 

O fato é que, principalmente nesta era de Web 2.0, há uma grande variedade de serviços e produtos gratuitos que, como tudo na vida, pode ter vantagens e desvantagens. Pesquise, por exemplo, temas gratis, templates gratis, free themes, free templates. A quantidade de resultados é surpeendente. Logicamente, há muita propaganda falsa ou ambígua sobre a gratuidade. Por isso, é sempre bom examinar os textos, termos de usos, restrições com muito cuidado para evitar dores de cabeça ou perda de tempo. Em alguns casos, vale o ditado que diz que “o barato pode custar caro“.

Verifique os post sobre como escolher um provedor de hospedagem, nas categorias internet e tecnologia.

Webdesign – dicas de livros de design para web

Gostaria de ter um site? Curiosidades sobre internet? Como hospedar um site? Estes temas são tratados no Ensino Atual. Um rápido passeio pelas nossas categorias no menu lateral ajudará a encontrar conteúdos sobre internet e tecnologia.

Para aqueles que gostam de internet e têm ou pretendem ter seu próprio site, sugiro alguns livros de webdesign. São livros com linguagem simples que ajudam a entender como funcionam sites, como planejá-los e, lógico, princípios de design, usabilidade e desenvolvimento para web. Em posts futuros, tratarei de alguns princípios de design para web. Conhecimentos desta natureza apresentam várias útilidades, até mesmo para elaboração de materiais didáticos, design impresso, uso de serviços web e redes sociais. 

Exemplos de dúvidas comuns:

Quais as diferenças entre gif e jpeg? ; O que é usabilidade? ; O que pode evitar que um site fique lento? ; Há diferenças entre leitura na tela do monitor e no papel? O que é necessário para criar um site simples?; Webdesigner ou webmaster?  O que é arquitetura de informação? O que é design de interação? Como planejar menus e interfaces de navegação?

Algumas sugestões:

Webdesign para não-designers – Robin Williams & John Tollet – Editora Ciência Moderna

Design para a internet – projetando a experiência perfeita – Felipe Memória – Campus

Use a cabeça Webdesign – de Ethan Watrall & Jeff Siatro – O’ Reilly/Altabooks

Princípios do web design maravilhoso – Jason Beaird – Altabools

Webdesign: teoria e prática –  Danielle Damasceno – Visual Books

Design para Webdesigers: princípios de design para a web – Wellington Carrion – Brasport

Volte sempre e divulgue o Ensino Atual.

Buala – site de cultura africana

O Mestrado em Letras e Ciências Humanas da UNIGRANRIO promoveu hoje palestra com pesquisadora portuguesa Marta Lança, idealizadora do site Buala – www.buala.org , um site sobre cultura contemporânea africana. Foi mais uma edição do Saberes em Diálogos, um espaço para docentes e discentes debaterem questões relevantes às Linhas de Pesquisa do Programa. A palestra contou com a ativa participação de professores e alunos do mestrado e da graduação.

Fica a sugestão de visita ao site a todos os interessados em estudos culturais, literários e linguísticos africanos. O site conta com conteúdos em Português, Inglês e Francês.  

A primeira edição do Saberes em Diálogos contou com a palestra do Dr. Daniel Marques Sampaio, professor de Estudos Culturais na University of Hertfordshire, no Reino Unido.  Na ocasião, o pesquisador proferiu a palestra “Intersecções, Avenidas, Rotas: Pensando Espacos Urbanos“.

estudos culturais – literatura africana – artigos – palestras – dica de site

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