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II Congresso Nacional de Línguas para Fins Específicos – LinFE 2012

II Congresso Nacional de Línguas para Fins Específicos – LinFE 2012

26 a 28 de setembro de 2012

Local: FATEC Tatuapé

Submissão de trabalhos: até 10 de julho

Site: http://www.neple.com.br/linfe/

ESP: Inglês para Fins específicos – Artigo – fundamentos

Curioso ou interessado em ESP? ESP é a sigla para English for Specífic Purposes, uma abordagem de ensino de inglês que se baseia nas necessidades dos alunos.

Uma dica de artigo: English For Specific Purposes: Fundamentos Do Ensino de Inglês Para Fins Específicos de Márcio Luiz Corrêa Vilaça

Leia o artigo aqui.

Este artigo discute os fundamentos do ensino de inglês para fins específicos (ESP- English for Specific Purposes). O objetivo do trabalho é proporcionar ao leitor uma visão geral da área, contextualizando esta abordagem de ensino, apresentando características centrais, apontando possíveis divisões e analisando o papel da análise de necessidades no desenho de um curso de ESP.

…o ESP caracteriza-se predominantemente pelo ensino de inglês com foco nas necessidades dos alunos (DUDLEY-EVANS, 2004). A literatura especializada, por vezes, apresenta possíveis subdivisões das necessidades: necessidades (needs), carências ou fraquezas (lacks, weakness) e desejos(wishes).

CIFLE – Colóquio Internacional de Formação Inicial e Continuada de Professores de Línguas Estrangeiras

Iº CIFLE – Colóquio Internacional de Formação Inicial e Continuada de Professores de Línguas Estrangeiras

16 e 17 de março de 2012

Faculdade de Educação da UFRJ – Praia Vermelha.

Site: http://www.forproli.com.br/cifle/

Eixos temáticos:

  • Análise do discurso e práticas docentes
  • Processos de ensino/aprendizagem
  • Leitura e letramento
  • Literatura, cultura e formação docente
  • Políticas Públicas de Ensino

Que é inglês instrumental?

O inglês instrumental é uma abordagem de ensino de língua inglesa que, na maioria das vezes, se refere ao ensino de inglês para leitura. É comum encontrar disciplina com esta denominação em diferentes cursos superiores, especialmente naqueles nas áreas de tecnologia e negócios.  Isto se deve à importância da leitura em língua inglesa para fins acadêmicos ou profissionais.

Para o aluno que precisa fazer prova de leitura para um concurso de emprego e para pós-graduação, especialmente mestreado e doutorado, pode não ser interessante ou objetivo entrar em um curso longo de inglês. A abordagem instrumental é mais indicada por ser mais focada em necessidadades dos estudantes.

O ensino privelegia o desenvolvimento de estratégias de leitura para a compreensão de textos nas áreas de atuação ou estudo dos alunos. A leitura de textos aqui não deve ser confundida com a tradução.

A relação de próximidade entre o estudo e as necessidades dos estudantes geralmente acarreta em maior motivação para a aprendizagem. O estudante consegue bons resultados em pouco tempo.

A minha experiência com inglês instrumental inclui as áreas de informática, petróleo,meio ambiente e física.

Pronúncia do Inglês: Transcrição fonética e pronúncia figurada

Sem dúvida um dos desafios do estudo da língua inglesa está na pronúncia. A irregularidade entre grafia e pronúncia é muito grande. Se quase não há problemas com os sons das consoantes do inglês, o mesmo não pode ser dito com as vogais, que podem ser pronunciadas de formas diferentes dependendo da palavra.

Este fato amplia a importância das trancrições fonéticas nos dicionários e nos materiais didáticos. Em geral, a compreensão dos símbolos fonéticos requer algum tempo de estudo e familiarização, principalmente aqueles que representam sons vocálicos. É preciso que o estudante compreenda a articulação do som, para que seja capaz de reproduzí-lo bem, semelhante a um falante nativo.

Alguns símbolos fonéticos são caracteres especiais que não são encontrados em maquinas de escrever e computadores, entre outros dispositivos.

De forma a tentar “simplificar” a tarefa de “representar” a pronúncia de uma língua, algumas publicações usam um recurso muitas vezes chamado de “pronúncia figurada”. A pronúncia figurada é a “representação” da pronúncia como ela seria “escrita em língua portuguesa”.

Vejamos algumas palavras em inglês e o que seria uma possibilidade de pronúncia figurada/aproximada:

black (blék) – city (siti) – site (sait) – car (karr) – brother (bróder)

Se a pronúncia figurada pode ser simples até para leigos, ela não representa exatamente a pronúncia de uma palavra, já que, entre outros motivos, o inglês tem sons que não existem em português.  O th de brother em inglês não é o som do d em português.

Em síntese, a apronúncia figurada não deve ser confundida com a transcrição fonética, sendo a última científica e precisa.

 

Competência Comunicativa – uma perspectiva

A aprendizagem e o uso de uma língua requerem diversas competências que vão além do conhecimento lexical e gramática da mesma. O conjunto dessas diferentes competências é denomiunado de competência comunicativa. Na literatura sobre ensino de línguas podemos encontrar diversas discussões sobre a competência comunicativa. Para Canale (1996), ela é necessária para a comunicação possa ocorrer. O pesquisador divide a competência em quatro componentes:

a) Competência gramatical, que se refere à competência gramatical definida por Chomsky, o domínio do código verbal e não-verbal da língua;

b) Competência sociolingüística, domínio de regras sócio-culturais de uso da língua;

c) Competência discursiva, habilidade de usar a língua de modo uniforme e significativo em combinação com as formas gramaticais e com conhecimento de tipos de textos e contextos;

d) Competência estratégica– capacidade de usar estratégias comunicativas para suprir deficiências que podem ocorrer no momento de interação comunicativa.

CANALE, M. From Communicative Competence to Communicative Language Pedagogy. In: RICHARDS, J. C. & SCHIMIDT, R. W. Language and Communication. New York: Longman Group Limited, 1996.

Vocabulário em inglês para negócios – Livro

Em situações diários conversamos e escrevemos sobre uma diversidade muito grande de assuntos, inclusive negócios, finanças, segurança, direito… Em língua estrangeira, a comunicação sobre os temas mencionados tende a apresentar grandes dificuldades, uma vez que o vocabulário desta natureza, em geral, não é abordado com profundidade em lívros didáticos. A experiência sinaliza que até mesmo falantes avançados desconhecem termos frequentes e básicos que são necessários para transações bancárias e comerciais, relações profissionais, questões de legislação e direito

Conheça o meu livro Vocabulário Temático: inglês para profissionais e estudantes, publicado recentemente pela Editora Ciência Moderna – http://www.lcm.com.br.

Vocabulário (português-inglês) de diferentes áreas de estudo e atuação profissional incluindo:

Finanças e Negócios
Política e Relações Internacionais
Direito e Justiça
Recursos Humanos
Violência e Crimes
Turismo e Transportes
Ecologia e Energia
Informática e Tecnologia
Educação e Linguagem

Editora Ciência Modernawww.lcm.com.br – 2010

Avaliação de materiais didáticos – Artigo

 Como avaliar um livro didático? Como selecionar materiais didáticos? Estas e outras questões importantes para professores são abordadas no artigo ilustrado abaixo.  O Programa Nacional de Livros Didáticos amplia a importância da preparação do professor para avaliar e escolher livros didáticos. A avaliação não deve ocorrer de formar superficial e impressionista. Infelizmente algumas incompreensões e crenças parecem fazer com que a elaboração, avaliação e seleção de materiais não sejam tarefas comuns para professores.  

Um aspecto que merece reflexão e discussão é a preparação do professor para a avaliação e seleção de materiais didáticos. Alguns questionamentos se fazem relevantes: O que é avaliação de materiais? Como e quando avaliar os materiais? Os professores estão devidamente preparados para esta tarefa?  Direta e indiretamente este trabalho propõe uma oportunidade de discussão e reflexão destas questões, com o foco na avaliação e seleção de materiais didáticos para o ensino de línguas estrangeiras.

 Embora não seja a motivação ou o foco deste trabalho, convém salientar que a entrada dos livros didáticos de língua estrangeira no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) a partir de 2011 motiva maior necessidade de atenção para a seleção de livros didáticos.

            Este artigo apresenta discussões sobre a análise, avaliação e adaptação de materiais didáticos, com foco nos livros didáticos. Embora este trabalho enfoque o ensino de língua estrangeira, o presente trabalho pode contribuir para professores e desenvolvedores de materiais didáticos de outras áreas. Este trabalho dá continuidade à proposta de discutir aspectos básicos sobre materiais didáticos, iniciada em trabalho anterior (VILAÇA, 2009).

VILAÇA, M. L. C. Materiais didáticos de língua estrangeira: aspectos de análise, avaliação e adaptação. Revista Eletrônica do Instituto de Humanidades da Unigranrio. Volume VIII. Número XXXII. Janeiro-Março de 2009. ISSN 1678-3182

LEIA O ARTIGO – DISPONÍVEL PARA LEITURA

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