Posts tagged abordagem

O que é design instrucional em Educação a Distância?

O termo design instrucional tem sido amplamente empregado para se referir ao planejamento, desenvolvimento e avaliação de cursos de Educação a Distância (EaD). A palavra design se refere ao processo de planejamento, organização, formatação e desenvolvimento de metodologias de ensino, materiais didáticos e atividades pedagógicas de naturezas variadas. Em Educação e em Linguística Aplicada, o termo design é geralmente traduzido como desenho de curso.

No caso específico da modalidade EaD, o designer instrucional atua de forma semelhante a um coordenador e supervisor de projetos em EaD, contribuindo de formas diferentes para o planejamento, a elaboração e a implantação de cursos.

Em geral ele tende a servir de elo entre diferentes áreas e profissionais: os gestores (financeiros e administrativos) , os progamadores e designers gráfico e de web, o professor(também chamado de professo-tutor) e o professor-conteudista.

O conteudista muitas vezes elabora um material de acordo com orientações, princípios e abordagens estabelecidas pelo designer instrucional. As decisões do designer instrucional são tomadas com base em interações com as áreas administrativas, pedagógicas e tecnológicas.  Cabe, por exemplo, ao designer instrucional orientar os conteudistas no empregos dos recursos pedagógicos e tecnológicos disponíveis em ambiente virtuais de aprendizagem.

A atividade de design instrucional requer, portanto, domínios váriados. Ele deve ser capaz de tomar decisões pedagógicas, compreender as tecnologias a serem empregadas e dialogar com profissionais diversos. Ele deve conhecer tecnologias e softwares que podem ser usados em EaD. Muitas vezes falta ao professor e ao conteúdista o domínio adequado das tecnologias de informação e comunicação.

Em síntese, o designer instrucional trabalha de forma semelhante a um coordenador pedagógico em Educação a Distância, com bons conhecimentos de tecnologia.

Por que ele é importante? Simples. Os profissionais de tecnologia geralmente pouco ou nada sabem sobre Educação. Por outro lado, muitos educadores não dominam tecnologias que podem ser empregadas no processo de ensino-aprendizagem.  O designer instrucional tenta estabelecer diálogo e harmonia entre a área tecnológica e a área pedagógica, sem esquecer da parte gerencial.

English for Specific Purpose (ESP)- Introdução

ESP é a sigla para English For Specific Purpose, em Português, Inglês para Fins Específicos, geralmente chamado de Inglês Instrumental. O ESP é uma abordagem de ensino que privilegia as necessidades dos alunos. Em geral, é apresentado como oposição ao General English (inglês geral).

ESP não é um método, mas uma abordagem de ensino (confira  o post Língua Estrangeira: métodos de ensino) nos quis os conteúdos e práticas pedagógicas apresentam maior nível de limitação, isto é, especificidade. Alguns exemplos de ESP são: Inglês para leitura, Inglês para Secretárias, Técnicas de Relatório em Inglês.

No curso geral, o aluno desenvolve diferentes habilidades linguísticas ( leitura, fala etc) ao longo de vários anos. Este tipo de curso pretende preparar os alunos para uma grande diversidade de usos e situações. Os objetivos são, portanto, abrangentes e diversificados. No caso do ESP, como o nome sugere, os objetivos são mais específicos, delimitados com base nas necessidades mais próximas à realidade do aluno.

Muitas áreas exigem que estudantes e profissionais leiam em outros idiomas. Muitas vezes a única habilidade necessária – que se justifica mais objetivamente – é a leitura. Logo, dedicar anos ao desenvolvimento outras habilidades e competências pode ser um desperdício de tempo. Neste contexto, o Inglês para fins específicos se mostra uma importante ferramenta, uma vez que aluno e professores podem enfocar na habilidade realmente necessária.

A forma mais comum de curso de inglês para fins específicos é o ensino de leitura (reading courses). Há diversos motivos para isto: necessidade profissionais, leitura de artigos acadêmicos e científicos, acesso a uma maior amplitude de fontes bibliográficas (inclusive na internet ), leituras de manuais, participação em fóruns web, concursos de seleção para programas de mestrado e doutorado, entre muitas outras.

No caso da tecnologia, por exemplo, muitos sites de fabricantes de hardware, empresas de softwares e portais sobre programação são em língua inglesa. Mesmo quando a empresa possui um site em português, muitos conteúdos estão disponíveis apenas em língua inglesa. Apesar da complexidade, estima-se que cerca de 80 % da internet esteja em língua inglesa.

O que é um método ? O que é uma abordagem? Qual a diferença entre método e abordagem? Para saber mais, confira:

1)  Língua Estrangeira: métodos de ensino

2)  Apresentação online sobre métodos de ensino:

http://www.ensino21.com/professormarcio/apresentacaometodo/index.html

Alguns conteúdos da apresentação: método gramática-tradução, método audiolingual, abordagem comunicativa, task-based teaching, content-based teaching.

3) Artigo:

Vilaça. Márcio L. C. Métodos de Ensino de Línguas Estrangeiras: fundamentos, críticas e ecletismo.  Leia o artigo.  DISPONÍVEL PARA LEITURA

Publicado na Revista Eletrônica do Instituto de Humanidades da Unigranrio. Volume VII. Número XXVI. Julho-Setembro de 2008. ISSN 1678-3182

 

Métodos de Ensino – Uma breve apresentação

Ofereço uma apresentação online sobre métodos de ensino:

http://www.ensino21.com/professormarcio/apresentacaometodo/index.html

Alguns conteúdos da apresentação: método gramática-tradução, método audiolingual, abordagem comunicativa, task-based teaching, content-based teaching.

Esta apresentação encontra-se em formato Flash, um formato universal de grande utilidade em Educação a Distância (EAD).

Espero que a apresentação possa ser útil.

Língua Estrangeira: métodos de ensino

Como definir um método ? O que é técnica de ensino? Qual a diferença entre método e abordagem de ensino?

Esta e outras questões são abordadas no meu artigo:

Métodos de Ensino de Línguas Estrangeiras: fundamentos, críticas e ecletismo.

Publicado na Revista Eletrônica do Instituto de Humanidades da Unigranrio. Volume VII. Número XXVI. Julho-Setembro de 2008. ISSN 1678-3182

Resumo:

Este artigo discute diferentes questões relativas a métodos de ensino de línguas estrangeiras, com especial atenção à definição do conceito, críticas e à Era Pós- Método.

Palavras-Chave: método, língua estrangeira, ecletismo, era pós-método


Leia o artigo.  DISPONÍVEL PARA LEITURA

 

Go to Top