Tecnologia

II Simpósio sobre Ensino de Línguas Estrangeiras – CEFET-RJ

II Simpósio sobre Ensino de Línguas Estrangeiras – CEFET-RJ

Formação de Professores de Línguas Estrangeiras: Diálogos entre a Universidade e a Escola

Dias 6 e 7 de Dezembro de 2012

Local: CEFET-RJ- Campus Maracanã

O evento visa à divulgação de pesquisas nas áreas de Linguística Aplicada, Estudos da Linguagem, Literatura, Estudos Culturais e Educação, privilegiando os seguintes eixos:
– A formação de professores de Letras e o diálogo entre a universidade e a escola;
– Formação de professores de Letras e o ensino de línguas estrangeiras em Institutos Tecnológicos;
– A prática reflexiva na formação de professores;
– Práticas de letramento na formação de professores;
– As novas tecnologias da informação e comunicação na formação de professores;
– Questões culturais na formação de professores e na escola;
– Diálogos entre saberes na formação de professores;
– Ensino de línguas estrangeiras em diferentes contextos de ensino;
– Metodologias de ensino/aprendizagem de línguas estrangeiras.

 

 

Fonte: Cadernos de Resumos e Programação do Evento – Disponível aqui

 

Informações gerais: http://noticias.cefet-rj.br/2012/10/17/ii-simposio-sobre-ensino-de-linguas-estrangeiras-do-cefetrj/

Webinar GETED – Diálogos sobre EAD, TIC e redes sociais: algumas ressignificações

Webinar GETED

Diálogos sobre EAD, TIC e redes sociais: algumas ressignificações

 

Palestrantes:

João Mattar – Universidade Anhembi Morumbi

Joana Peixoto- UFG

José Maria Ribeiro – Universidade Aberta de Portugal

Márcio Luiz Corrêa Vilaça – Universidade do Grande Rio

Paulo Simões – Força Aérea Portuguesa

Alexandra Okada – Open University

 

Link: http://www.virtual.ucdb.br/geted/

Organização: UCBD – Universidade Católica Dom Bosco

PROGRAMAÇÃO

9h00min às 10h00min Mesa Redonda 1:

“O uso das redes sociais em educação”
João Mattar – Universidade Anhembi Morumbi

10h15min às 11h15min  – Mesa Redonda 2:

“Tecnologia na educação: uma questão de transformação ou de formação?”
Joana Peixoto– UFG

11h30min às 12h30min  – Mesa Redonda 3:

“O audiovisual no ensino em ambientes virtuais: dos videogramas à cultura participativa”
José Maria Ribeiro – Universidade Aberta de Portugal

Intervalo

15h00min às 16h00min  – Mesa Redonda 4:

“Educação na Era Digital: questões de cibercultura e linguagem”
Márcio Luiz Corrêa Vilaça – Universidade do Grande Rio – Unigranrio

16h15min às 17h15min Mesa Redonda 5:

“PLE Personal Learning Environment”
Paulo Simões – Força Aérea Portuguesa

17h30min às 18h30min  – Mesa Redonda 6:

“Discussão colaborativa de Coaprendizagem para Coautorias com Recursos, Práticas e Redes Educacionais Abertas”
Alexandra Okada – Open University

18h45min às 19h45min –  Mesa Redonda 7:

“Tecnologias em contextos interculturais – alguns deslocamentos” – Grupo GETED

Artigo: Questões de comunicação na era digital: tecnologia, cibercultura e linguagem

Artigo: Questões de comunicação na era digital:tecnologia, cibercultura e linguagem

Márcio Luiz Corrêa Vilaça, Elaine Vasquez Ferreira de Araújo
Resumo:

Este artigo discute questões de comunicação em contextos digitais que têm estado presentes na vida social. Este trabalho enfoca considerações a respeito da complexa relação entre tecnologia, cibercultura e linguagem. Inclui discussões sobre webwriting, do internetês, gêneros digitais e da prática de letramento digital. Defendemos a importância e a necessidade destas questões para a formação de professores, em especial de professores de língua e de educação a distância.

 

Palavras chave:tecnologia, cibercultura, linguagem, gêneros digitais, letramento
Issues in communication in the digital age: technology, cyberculture and language
ABSTRACT: This article discusses issues in communication in digital contexts which have been present in social life. This work focuses on considerations concerning the complex relationship among technology, cyberculture and language. It includes discussion on webwriting, the “internetês”, digital genres and digital literacy practices. We claim the importance and the need of such topics in teacher education, mainly for language teachers and distance learning teachers.
Keywords: technology,cyberculture, language, digital genres, literacy
Revista e-scrita: Revista do Curso de Letras da UNIABEU, Vol. 3, No 2A (2012)

Linguística Aplicada, Tecnologia e Educação – LATED-UNIGRANRIO – Grupo de Pesquisa

Grupo de Pesquisa Linguística Aplicada, Tecnologia e Educação – LATED – da UNIGRANRIO.

O Grupo de Pesquisa – cadastrado no Diretório de Grupos de Pesquisa do CNPq – visa promover a integração interdisciplinar de pesquisadores e discentes de graduação e pós-graduação, alunos de iniciação científica e colaboradores quepesquisam temas como:

  • novas tecnologias de informação e comunicação,
  • processo de ensino/aprendizagem de línguas (materna e estrangeiras),
  • educação online
  • letramento
  • materiais didáticos
  • cibercultura e letramento digital

Saiba mais em: http://dgp.cnpq.br/buscaoperacional/detalhegrupo.jsp?grupo=1177801IQZBLS2

Cibercultura e Linguagem em foco no Programa de Pós-Graduação em Letras e Ciências Humanas da UNIGRANRIO

As relações entre cibercultura, educação e linguagem são focos de nova disciplina no Programa de Pós-Graduação em Letras e Ciências Humanas da UNIGRANRIO: Cibercultura, Educação e LInguagens.

A disciplina foi planejada de forma a proporcionar perspectivas interdisciplinares sobre diferentes questões que relacionem tecnologia e linguagem.

Orientandos que pesquisam tópicos como EaD, letramento digital, tecnologia e ensino, gêneros textuais digitais, terão um novo espaço para discussões.

Para saber mais sobre o Programa de Pós-Graduação em Letras e Ciências Humanas da UNIGRANRIO, visite:

http://www.unigranrio.br/pos/stricto/mest-letras-ciencias-humanas/index.html

As inscrições para o Processo Seletivo 2012-2 estão abertas.

Opinião: Notebook Samsung Chronos – ele pode te surpreender – primeiras impressões e análise

Embora o site não seja especializado em resenhas de aparelhos eletrônicos, considero fazer aqui alguns comentários sobre um lançamento da Samsung: notebook Chronos.

As opiniões aqui se referem ao modelo do Chronos nacional, comercializado em diversas lojas online e algumas lojas físicas:

Configuração: Core I5 de segunda geração, 6 GB de memória RAM, HD de 1 Terabyte, placa de vídeo dedicada ATI Radeon de 1 GB, tela antirreflexiva de 15 polegadas, USB 2.0 e 3.0, drive de CD/DVD.

O Chonos é muito bom e pode surpreender muita gente em diversos critérios. Um notebook que pode apresentar excelentes perspectivas para um futuro próximo. Vamos aos comentários:

Pontos Positivos:

Bateria – Este é, sem dúvida, o grande destaque do Chronos. Ela dura com certa facilidade mais de 5 horas. A questão da duração dependerá de vários fatores, que incluem brilho da tela(que é excelente), iluminação do teclado… Já passei de 6 horas de uso. Isto parece surpreendente já que muitos modelos – até mais caros- não conseguem aguentar 2 horas. Isto permite ver dois filmes, trabalhar um bom tempo sem precisar da tomada… O que é surpreendente é que mesmo os ultrabooks normalmente não aguentam tanto tempo(com base nas informações de anúncios). Isto faz com que o Chronos combine poder de processamento, vídeo e memória com uma duração de bateria muito boa. Se a Samsung conseguir ampliar o poder da bateria do Chronos sem aumentar muito o peso do notebook, ele se tornará um notebook ainda mais apaixonante e poderoso.

Processador – Muito bom. Com o Core  i7, ele poderia ficar melhor, desde que não sacrificasse a bateria ou aumentasse o custo significativamente.

Tela – O brilho pode ser absurdo. No entanto, o equilíbrio ajuda a ampliar a duração da bateria. Uma tela de 15 polegadas com resolução 1600 x 900 em corpo pouco maior que o de 14 polegadas.

Vídeo – a placa de vídeo poupa memória Ram e dá folego para vídeos e jogos.

Teclado – Muito agradável, com teclas bem espaçadas, silencioso. Pode ter iluminação, o que pode ser muito útil em alguns casos, mas não é uma prioridade. O sinal de interrogação deveria ser mais fácil, sem precisar de combinação de teclas.

Design – Muito bonito, em aço escovado. O Chronos é razoavelmente fino, fácil da carregar e não dá sensação de fragilidade. Pouco maior que um notebook de 14 polegadas. Se a economia de peso não for fundamental, ele pode ser mais interessante que ultrabooks, já que tem mais recursos. Dá orgulho de tirar da mochila (rsrs), já que a sua aparência não é muito comum entre os notebooks.

Som – bom, mas nada surpreendente.

A Samsung informa em anúncios que a bateria pode durar até 8 horas e que tem vida útil maior que os notebooks convencionais, conseguindo manter maior capacidade de carregamento após 1500 ciclos de cargas. Como a bateria dura bastante, o que diminui as vezes de recargas, é possível dizer que a troca por outro deve ser mais diretamente motivada por outros fatores(processadores mais modernos, memória ram).

O Chronos é bastante silencioso e não esquenta demais.

Pontos negativos: a fragilidade da porta retrátil de cabo de rede, uma entrada única para fones de ouvido e microfones

Poderia melhorar:

Fonte– que ainda é grande.

Memória Ram– poderia ter 8 GB

Vídeo: talvez 2 GB de Vídeo, considerando que alguns modelos da própria Samsung vem com 2 GB, assim como alguns modelos de concorrentes.

Até o momento estou muito feliz com ele e espero continuar assim.

A Samsung deve trabalhar no projeto com muita atenção, para criar um notebook cada vez mais surpreendente e cativante. O ponto é encontrar o equilíbrio entre poder (processador e vídeo) e bateria. O peso é outro fator interessante. A bateria deve ser o principal ponto a ser estrategicamente tratado. Pode não parecer, mas poder trabalhar com certa tranquilidade por horas sem precisar de tomada é muito bom. Este foi o fator que mais me atraiu, mesmo meio cético sobre a real capacidade da bateria. Seria fabuloso poder ter em futuro próximo um notebook que aguentasse 10 ou mais horas de uso, sem tomada. Isto pode não ser tão utópico considerando que este já é anunciado como capaz de aguentar até 8 horas na bateria.

Tecnologias: entre tendências, marketing e imposições

A área de tecnologia é muito conhecida por apontar e discutir tendências. No entanto, fica o questionamento: até que ponto algumas tendências são mesmo tendência ou disfarçam imposições. Vejamos alguns pontos questionáveis:

1) A morte do Flash – O fato do IPhone e do iPad não aceitarem Flash e o desenvolvimento do HTML 5 tem levado publicações e sites discutirem a possível morte do Flash nos próximos anos. Para quem não liga o nome à tercnologia, o Flash é a tecnologia mais empregada em animações, banners, em materiais didáticos de e-learning, tutoriais, vídeos …  Ela está presente em mais de 98% dos computadores, em smartphones Android, tablets Android, Mac OS…

2) A morte dos drives de DVD em notebooks. Hoje, com o nome de ultrabooks, muitos computadores portáteis não apresenta mais drives de CD e DVD, assim como os netbooks. Estima-se que a próxima versão do Mac Book não terão drives. Isto significa que não devemos mais escutar CD ou assistir a filmes no DVD? Tudo precisaria da internet ou de pen drives?  Muitos usuários ainda usam Cds e DVDs no computador com razoável frequência.

3) Tudo nas nuvens – a internet ainda não é tão estável, rápida e segura a ponto da “total” dependência das nuvens. Imagine precisar de arquivo e não conseguir acessá-los por causa de falta de conexão ou conexão muito lenta. Sem contar, que muitos serviços não garantem a “segurança” ou a manutenção do serviço. Semana passada, foi assunto em sites especializados que a qualidade da internet no Brasil ainda está longe de ser um produto universalizado e de grande qualidade.

Em casos como estes e outros, fica a dúvida: são tendências, marketing de marcas ou  imposições. No caso de marketing, a necessidade é criada e divulgada por empresas e publicações. Logo, não se trataria de um movimento natural, mas a propagação de idéias que tendem a refletir interesses, filosofia e ideais de um grupo.

Há outras tendências ou imposições que discutirei em outros posts.

Notebooks, tablets e smartphones: o desafio das baterias

É bastante evidente que a permanência online é cada vez maior. Os dispositivos evoluem com muita rapidez. Um grande desafio ainda precisa ser proporcionalmente aperfeiçoadas: a duração e a durabilidade das baterias. Hoje são poucos os dispositivos digitais com baterias de longa duração, carregamento rápido e durabilidade maior com menor perda de capacidade de carregamento. Vejamos algumas considerações.

1- Precisar carregar o celular duas ou mais vezes por dia para uso médio é bastante ruim. Em muitos casos, não é fácil andar com o carregador no bolso. No trabalho, pode haver uma disputa por tomadas para carregar o aparelho. Procurar tomadas em lugares públicos como shoppings, aeroportos e hospitai não é agradável.

2- A bateria de notebooks deveria aguentar, pelo menos, 3 ou 4 horas de trabalho médio – em alguns casos as baterias não aguentam 2 horas de uso. Esta duração é menor que muitos filmes, reuniões, aulas… Logo, é preciso com muita frequência levar um carregador e correr para a tomada. Isto contraria as questões de mobilidade e portabilidade.

3- Fontes e carregadores devem ser fáceis de carregar e de fácil armazenamento. Os carregadores e fontes devem ser mais resistentes, fáceis de levar e guardar. Neste caso, os celulares e smartphones levam grande vantagem, já que as fontes são pequenas, sendo fácil carregá-las em em bolsas, mochilas e até mesmo em alguns bolsos. O risco maior é quebrar o fio frágil.

Algumas possibilidades:

1- Bateria extra – Carregar duas baterias, além de caro, é bastante complicado. No entanto, em alguns casos alguns modelos poderiam ser vendidos com duas baterias, já que comprar depois tende a ser complicado e muito caro. Talvez fosse possível ter um sistema para que ao comprar um aparelho o usuário tivesse a possibilidade de encomendar uma bateria extra com um preço bem mais atraente.

2- Aoerfeiloamento de gestão de energia – Sistemas mais inteligentes de gestão de energia devem ser aperfeiçoados, controlando brilho, processador…

3- Fontes menores (retráteis ou de fácil armazenamento) – de forma a facilitar o carregamento

4- Critérios/certificados de desempenho de bateria – Acreditar em propagandas de bateria é complicado. Deveríamos ter algo semelhante aos selos encontrados em muitos eletrônicos (A até E). Recentemente , encontrei uma resenha indicando que a bateria de um notebook durou no teste 1h e15 min. No entanto, as lojas indicam duração acima de 5 horas. Lógico que depende do uso, mas a diferença é muito grande.

5- Carregadores ou baterias(nobreaks) externas compactas – Já vi dispositivos auxiliares para celulares, mas ainda não encontrei para outros tipos de dispositivos.

Na questão bateria, os tablets e netbooks parecem entrar como saídas para quem precisa ficar longe da tomada por mais tempo.

 A bateria deveria ter mais atenção. Para a questão da mobilidade, não adianta os dispositivos ficarem mais rápidos e com imagens cada vez melhores se for preciso andar com carregadores e fontes. Sem contar que encontrar tomadas e poder deixar o aparelho plugado nem sempre é simples.

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