Arquivo da categoria: Linguagem

Certificados em Inglês como Língua Estrangeira: Siglas

Há diversos certificados de fluência em língua inglesa. Estudantes de inglês podem se deparar com um número grande de siglas que se referem às certificações internaciois. Estes certificados são de níveis e para objetivos variados. Eles são muitas vezes empregados como forma de comprovação de nível de proficiência em língua inglesa, conhecimentos pedagógicos, domínio de habilidades em inglês para fins específicos. Um dos exames mais famosos é o TOEFL. Algumas siglas de exames de certificação:

 

CAE– Certificate of Advanced English

CELTA– Certificate in Teaching English to Speakers of Other Languages

CPE – Certificate of Proficiency in English

DELTA – Diploma in Teaching English to Speakers of Other Languages

ECCE – Examination for the Certificate of Competency in English

ECPE – Examination for the Certificate of Proficiency in English

FCE– First Certificate in English

ICFE – International Certificate in Financial English

IELTS – International English Language Testing System

KET– Key English Test

MELAB – Michigan English Language Assessment Battery

MET – Michigan English Test

PET – Preliminary English Test

TKT– Teaching Knowledge Test

TOEFL-Test of English as a Foreign Language

 

Introdução à Linguística Textual: sugestões bibliográficas

A linguística textual é uma área de estudos linguísticos que encontra-se em grande destaque, sendo possível encontrar uma grande diversidade de publicações na área.

Algumas sugestões:

ADAM, J. M. A linguística textual: introdução à análise textual dos discursos. São Paulo: Editora Cortez, 2011.

FÁVERO, L. L. & KOCH, I. G. V. Linguística textual: introdução. 9 ed. São Paulo: Cortez, 2008.

KOCH, I. G. V. A inter-ação pela linguagem. 10 ed. São Paulo: Contexto, 2007.

KOCH, I. G. V. O texto e a construção dos sentidos. 9 ed. São Paulo: Contexto, 2008

KOCH, I. G. V. Introdução à linguística textual: trajetoria e grandes temas. 2 ed. São Paulo: WMF Martins Fontes, 2009.

SIGNORINI, I. (org). [re]discutir texto, gênero e discurso. São Paulo: Parábola Editorial, 2008.

Linguística e estudos da linguagem: dicionários

Podemos encontrar no mercado brasileiro algumas boas opções de dicionários de linguística e estudos da linguagem, que podem ser úteis para linguístas, pedagogos, fonoaudiólogos, entre outros profissionais:

Três classicos:

CAMARA JUNIOR, J. M. Dicionário de Lingüística e Gramática. Petrópolis, Vozes, 2001.

DUBOIS, J et alii. Dicionário de Lingüística. São Paulo: Cultrix, 2001.

DUCROT, O e  TODOROV, T. Dicionário Enciclopédico das Ciências da Linguagem. 3ª Ed. Editora Perspectiva, 2001.

 

Outras sugestões:

TRASK, R. L. Dicionário de Linguagem e Linguística. São Paulo: Contexto, 2004.

CHARAUDEAU, P. e MAINGUENEAU, D. Dicionário de Análise do Discurso. 2 Ed. 3ª Impressão. São Paulo: Contexto, 2008.

AQUINO, R. Dicionário de Gramática. Rio de Janeiro: Elsevier/Campus, 2008.

VII Semana de Letras da UNIGRANRIO

VII Semana de Letras de UNIGRANRIO

A Semana de Letras é parte do evento Memória, Linguagens e Ensino, da Escola de Educação, Ciências, Letras, Artes e Humanidades.

7 – 11 de novembro de 2011.

Local : Duque de Caxias – CAMPUS 1

A Semana contará com minicursos, oficinas, palestra e comunicações sobre literaturas, lingua portuguesa, linguística aplicada, lingua inglesa e mais.

A programação estará disponível em breve.  Informações: www.unigranrio.br (No link Eventos)

Linguística Aplicada no YouTube – Canal da ALAB

A Associação de Linguística Aplicada do Brasil tem agora um canal no YouTube (http://www.youtube.com/alabbrasil. Nele, o visitante poderá encontrar vídeos do Congresso Brasileiro de Linguística Aplicada, realizado no mês de julho na UFRJ. Provavelmente novos vídeos serão continuamente disponibilizados.

Os interessados em Linguística Aplicada devem visitar o canal.

Que é inglês instrumental?

O inglês instrumental é uma abordagem de ensino de língua inglesa que, na maioria das vezes, se refere ao ensino de inglês para leitura. É comum encontrar disciplina com esta denominação em diferentes cursos superiores, especialmente naqueles nas áreas de tecnologia e negócios.  Isto se deve à importância da leitura em língua inglesa para fins acadêmicos ou profissionais.

Para o aluno que precisa fazer prova de leitura para um concurso de emprego e para pós-graduação, especialmente mestreado e doutorado, pode não ser interessante ou objetivo entrar em um curso longo de inglês. A abordagem instrumental é mais indicada por ser mais focada em necessidadades dos estudantes.

O ensino privelegia o desenvolvimento de estratégias de leitura para a compreensão de textos nas áreas de atuação ou estudo dos alunos. A leitura de textos aqui não deve ser confundida com a tradução.

A relação de próximidade entre o estudo e as necessidades dos estudantes geralmente acarreta em maior motivação para a aprendizagem. O estudante consegue bons resultados em pouco tempo.

A minha experiência com inglês instrumental inclui as áreas de informática, petróleo,meio ambiente e física.

III Seminário de Formação de Professores

III Seminário de Formação de Professores

Universidade Federal do Triângulo Mineiro – UFTM – em Uberaba –

Dias 1.º e 2 de dezembro de 2011.

Os trabalhos serão aceitos na forma de comunicação oral e pôster e podem ser inscritos até o dia 20 de outubro.

Informações e inscrições em http://gpeform.uftm.edu.br/

Eixos temáticos:

Et1 – Didática, metodologias especiais e desenvolvimento profissional docente

Et2 – Formação de professores para a educação básica

Et3- Formação de professores para a educação superior

Et4 – Educação matemática e estatística

Et5 – História e historiografia da educação

Et6 – A formação docente, a identidade do professor e a educação inclusiva

Et7 – Formação de professores em língua estrangeira

Et8 – Ética na educação

Et9 – Abordagens e metodologias em ciências

Et10 – Ensino de língua portuguesa

Et11 – Ensino de biologia na contemporaneidade

Et12 – Pesquisas e projetos em ensino de química

Et13 – Política de educação, direitos sociais, cidadania e diversidade

Et14 – Tecnologias de informação e comunicação na educação

Et15 – Questões políticas, pedagógicas e didáticas em torno do ensino sobre as desigualdades e discriminações étnicas e sociais

Et 16 – Formação continuada de professores

Linguística aplicada e ensino de línguas

A Linguística Aplicada é bastante diversificada e rica em temas e metodologias. Sem dúvidas, um dos principais campos da linguística aplicada é o ensino de línguas. Considerando a sua história, é comum que a linguística aplicada seja visto por muitos como a área dos estudos linguísticos que aborda o ensino de línguas estrangeiras. As áreas “iniciais” da linguística aplicada foram ensino de línguas estrangeiras, principalmente da língua inglesa, ensino de língua materna e tradução. Por isto, é possível encontrar referência a mesma como uma “linguística educacional” ou “didática de ensino de línguas”.

É comum que cursos livres de idiomas busquem auxílio de linguistas aplicados para a formação e o treinamento de professores.

Algumas das áreas que cresceram na linguística aplicada nos últimos anos foram análise do discurso, pesquisas sobre identidades, estudos de gêneros, discurso e mídia, letramento… No entanto, o ensino de línguas continua representando a área de maior representação na LA.

Hoje, consequência da sua importância interdisciplinar, profissionais de diferentes áreas buscam especialização em linguística aplicada, não apenas professores de línguas e tradutores.

A linguística aplicada cresce diariamente. O último CBLA foi uma demonstração disso, com mais de 1000 participantes e aproximadamente 800 trabalhos apresentados em diferentes áreas.