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Tecnologias e Lívros Didáticos De Línguas: Novas Possibilidades, Novos Desafios.

VILAÇA, M. L. C.  TECNOLOGIAS E LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUAS: NOVAS POSSIBILIDADES, NOVOS DESAFIOSCadernos do CNLF. VOL XVI. Num. 4, 2012.

Link: http://filologia.org.br/xvi_cnlf/tomo_1/105.pdf

 

Este trabalho apresenta brevemente algumas discussões relacionadas à interação entre tecnologia e educação, defendendo que os livros didáticos de línguas (estrangeiras e maternas) precisam estar atentos às novas demandas, o que evidentemente implica em novos desafios para editoras, autores, professores.

O foco principal está sobre a compreensão de novas possibilidades e, consequentemente, no reconhecimento de desafios decorrentes do crescente uso de novas TICs (tecnologias de comunicação e informação) em diferentes práticas e contextos sociais (BARROS, 2009; SANTAELLA, 2010), inclusive na escola, algo que não deve ser compreendido como restrito à educação a distância.

 

Artigo sobre a elaboração de materiais didáticos para o ensino de línguas estrangeiras

 

A ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS: AUTORIA, PRINCÍPIOS E ABORDAGENS

VILAÇA, M. L. C. A ELABORAÇÃO DE MATERIAIS DIDÁTICOS DE LÍNGUAS ESTRANGEIRAS: AUTORIA, PRINCÍPIOS E ABORDAGENS.  Cadernos do CNLF. VOL XVI. Num. 4, 2012.

Link para o artigo: http://filologia.org.br/xvi_cnlf/tomo_1/004.pdf

O presente trabalho discute algumas questões relacionadas à elaboração de materiais didáticos. A finalidade básica desta discussão é apontar para a necessidade de mais debates e pesquisas sobre o tema, já que, conforme apontado, a maioria dos estudos e publicações trata da análise de materiais publicados (análise e ou avaliação do produto final) e pouco sobre a elaboração destes (o processo de planejamento e desenvolvimento). Além disso, também é comum que muitas publicações sobre ensino de línguas estrangeiras não apresentem capítulos ou artigos sobre materiais didáticos.

Divulgação acadêmica e democratização do saber na web: publicar e tornar público

Uma das grandes vantagens da internet, especialmente do que se convencionou chamar de web 2.0, é a ampla possibilidade de interagir, produzir conteúdos e compartilhar… Este é, em grande parte, o espírito da internet hoje.

Hoje é possível que conteúdos diversos possam ser compartilhados.  Isto pode ser feito de forma diversas. O crescimento de publicações acadêmicas online e a passagem de publicações impressas para o mundo online são exemplos disto.

Como discutido em post anterior, há um visível aumento na quantidade de publicações, inclusive e-books, sendo disponibilizados gratuitamente na internet para download legal.

Neste sentido, alguns pesquisadores já adotaram esta postura de, mais do que publicar um artigo em sentido editorial, empenham-se em tornar públicos e acessíveis os seus estudos e suas pesquisas. Assim, os sites de grupos de pesquisas e de professores são ferramentas que contribuem para o progresso da ciência, para a divulgação do saber, para a formação de novos pesquisadores, para a democratização do conhecimento, entre outras contribuições possíveis.

Destaco aqui os sites de grupos de pesquisa e de professores-pesquisadores por serem, muitas vezes, iniciativas pessoais ou de pequenos grupos. Em outras palavras, muitos pesquisadores buscam socializar seus trabalhos. Neste caso, em geral, os custos e os trabalhos de produção, manutenção e atualização dos sites são de responsabilidade dos próprios pesquisadores e dos grupos.

Uma vantagem desta atitude é a facilidade de encontrar trabalhos com focos específicos e temáticas mais delimitadas. Assim, um grupo que trabalhe com linguística aplicada ou educação a distância, por exemplo, pode ser tornar uma fonte valiosa de estudos, tanto para pesquisadores em formação quanto para pesquisadores experientes.

Em novos posts, indicarei alguns sites de pesquisadores e grupos de pesquisa.

Caso conheça algum site de pesquisador ou grupo de pesquisa, faça a sua sugestão.

Web 2.0 e materiais didáticos de línguas : Artigo Disponível

Artigo que apresenta reflexões sobre a elaboração de materiais didáticos e serviços e ferramentas da Web 2.0. Afinal, o que é web 2.0? Como ela está relacionada com os materiais didáticos de línguas?

VILAÇA, Márcio Luiz C. Web 2.0 e materiais didáticos de línguas: reflexões necessárias. Cadernos do CNLF, Vol. XV, Nº 5, t. 1. Rio de Janeiro: CiFEFiL, 2011

Disponível em: http://www.filologia.org.br/xv_cnlf/tomo_1/90.pdf

novas tecnologias ampliam a necessidade de pesquisas sobre o
desenvolvimento de materiais didáticos, já que, além de questões pedagógicas,
é preciso considerar também diferentes aspectos tecnológicos
(tecnologias de produção, as formas de distribuição/disponibilização, aspectos
interativos, questões de multimídia, entre outros).
As tecnologias digitais, inclusive a Web 2.0, oferecem novas possibilidades
para que professores possam produzir e publicar seus próprios
materiais didáticos digitais…

A numeração 2.0 sugere uma atualização de versão, assim como
acontece comumente com softwares. No entanto, conforme discutiremos,
a passagem do que consideramos Web 1.0 para a 2.0 está relacionada à
compreensão de mudança de paradigmas de formas de acesso, uso, participação
e interação na internet (ERCÍLIA & GRAEFF, 2008; GABRIEL,
2010; TORI, 2010).
A web 2.0 não deve ser confundida com as tecnologias e velocidades
de conexão a internet (ADSL, cabo, 3G, por exemplo). Em outras
palavras, a compreensão de web 2.0 não está relacionada ao acesso à internet
na chamada banda larga, com conexões mais rápidas e contínuas.
Esta é uma confusão comum, já que esta denominação começou a se popularizar
de forma um tanto quanto paralela à expansão da internet em alta
velocidade nas residências.
Embora a web 2.0 não se trate de hardware ou tecnologia de acesso
à internet, o desenvolvimento destes auxiliaram a criar condições favoráveis
para a Web 2.0. Valente e Mattar (2007) reconhecem que a banda
larga foi um dos fatores que possibilitaram a viabilização da Web 2.0.

Língua inglesa em Educação a Distância(EaD) – Artigo

Artigo: O USO DE TERMINOLOGIAS EM LÍNGUA INGLESA EM EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA

Leia o artigo.

 

Já notou que há muitos termos em inglês em Educação a Distância? Será que é um modismo ou vontade de parecer moderno? Entenda esta questão.

Publicações e pesquisas em educação a distância (MAIA e MATTAR, 2007; VALENTE e MATTAR, 2007; TORI, 2010; por exemplo) apresentam com bastante frequência terminologias em língua inglesa. E-learning, chat, blended learning, player, webquest são apenas alguns exemplos de termos
frequentes.

Em trabalho anterior (VILAÇA, 2010), aponto três motivos que contribuem para esta relação entre a língua inglesa e a educação a distância,
que são aqui retomados:

a) as experiências de universidades americanas e britânicas em  cursos e pesquisas em EaD;

b) o impacto dos Estados Unidos no desenvolvimento de tecnologias de comunicação e informação (TICs), de softwares e hardwares;

c) o predomínio da língua inglesa na internet.

 

 

Artigo: Educação a Distância e Tecnologias

Educação a Distância e Tecnologias: conceitos, termos e um pouco de história

Resumo:

A rápida e crescente adoçao da Educação a Distância em diferentes contextos tem feito que alguns conceitos, algumas vezes, estejam imprecisos e ambíguos, tanto para professores e estudantes. Este artigo tem por finalidade discutir objetivamente alguns conceitos chaves em Educação a Distância e no uso de dispositivos e recursos tecnológicos em Educação. O artigo apresenta uma definição para Educação a Distância, um perfil da sua história e desenvolvimento a a discussão de alguns conceitos e terminologias amplamente empregadas na área.

VILAÇA, M. L. C. Educação a Distância e Tecnologias: conceitos, termos e um pouco de história. Revista Magistro, Vol 1, Número 2, 2010.

Leia o artigo: http://publicacoes.unigranrio.edu.br/index.php/magistro/article/view/1197

Avaliação de materiais didáticos – Artigo

 Como avaliar um livro didático? Como selecionar materiais didáticos? Estas e outras questões importantes para professores são abordadas no artigo ilustrado abaixo.  O Programa Nacional de Livros Didáticos amplia a importância da preparação do professor para avaliar e escolher livros didáticos. A avaliação não deve ocorrer de formar superficial e impressionista. Infelizmente algumas incompreensões e crenças parecem fazer com que a elaboração, avaliação e seleção de materiais não sejam tarefas comuns para professores.  

Um aspecto que merece reflexão e discussão é a preparação do professor para a avaliação e seleção de materiais didáticos. Alguns questionamentos se fazem relevantes: O que é avaliação de materiais? Como e quando avaliar os materiais? Os professores estão devidamente preparados para esta tarefa?  Direta e indiretamente este trabalho propõe uma oportunidade de discussão e reflexão destas questões, com o foco na avaliação e seleção de materiais didáticos para o ensino de línguas estrangeiras.

 Embora não seja a motivação ou o foco deste trabalho, convém salientar que a entrada dos livros didáticos de língua estrangeira no Programa Nacional do Livro Didático (PNLD) a partir de 2011 motiva maior necessidade de atenção para a seleção de livros didáticos.

            Este artigo apresenta discussões sobre a análise, avaliação e adaptação de materiais didáticos, com foco nos livros didáticos. Embora este trabalho enfoque o ensino de língua estrangeira, o presente trabalho pode contribuir para professores e desenvolvedores de materiais didáticos de outras áreas. Este trabalho dá continuidade à proposta de discutir aspectos básicos sobre materiais didáticos, iniciada em trabalho anterior (VILAÇA, 2009).

VILAÇA, M. L. C. Materiais didáticos de língua estrangeira: aspectos de análise, avaliação e adaptação. Revista Eletrônica do Instituto de Humanidades da Unigranrio. Volume VIII. Número XXXII. Janeiro-Março de 2009. ISSN 1678-3182

LEIA O ARTIGO – DISPONÍVEL PARA LEITURA

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