Arquivo da categoria: Educação

Processo Seletivo para o Mestrado em Letras e Ciências Humanas da UNIGRANRIO: Inscrições abertas

Estão abertas as inscrições para o Processo Seletivo para o Mestrado Acadêmico em Letras e Ciências Humanas da UNIGRANRIO.

Área de Concentração: Discurso, Cultura e Formação Humana

As linhas de pesquisa:


1 – Gênero, Etnia e Identidade

2- Educação, Linguagem e Cultura

3- Representação da Historicidade, Memória e Discurso

 

Informações detalhadas no site da UNIGRANRIO: http://www.unigranrio.br/pos/stricto/mest-letras-ciencias-humanas/

Edital: http://www.unigranrio.br/pos/stricto/mest-letras-ciencias-humanas/pdf/edital_letras_2012.2.pdf

A importância da atualização do currículo Lattes

Pesquisadores, professores e alunos de pós-graduação, bolsistas de iniciação científicas, entre outros, precisam ter os seus currículos Lattes atualizados e revisados com frequência. O Lattes serve de padrão para o registro de atividades acadêmicas, profissionais e de pesquisa. Os dados registrados lá são úteis para diversas funções, que incluem avaliação de produção intelectual, acompanhar aproveitamento de estudos e pesquisas, identificação de especialistas, seleção de consultores, avaliação de cursos, análise de produção docente análise e avaliação de cursos, dados de grupos de pesquisa, Qualis de periódicos…

O Lattes tem sido empregado como currículo padrão em áreas acadêmicas, científicas e de pesquisa. Logo, o atraso na atualização do Lattes pode ter implicações negativas, já que trabalhos realizados não são “relatados”. Assim, a produção dos pesquisadores e alunos não fica visível, passível de análises qualitativas e qantitativas. Assim, procedimentos que dependem do Lattes ficam prejudicados, tais como avaliações de Programas de Pós-Graduação, corpo docente, produção docente e discente, Qualis de periódicos, entre outros.

O ideal é a atualização constante do Lattes. Ficar meses sem atualizar o Lattes é um erro.

Não deixe de atualizar o seu Lattes com frequência e de revisá-lo com cuidado!

Depois tratarei mais do Lattes! Até a próxima !

Direitos autorais e internet: alguns links

Uma grande confusão relacionada à internet se refere aos direitos autorais. O tema , que é bastante complexo no mundo offline é ainda mais delicado na internet. A questão pode, entre outros aspectos, envolver a questão da autoria, o plágio, os direitos finaceiros decorrentes dos trabalhos e obras (chamados muitas vezes de direitos patrimoniais do autor ), licenças de usos (de softwares, serviços, vídeos, imagens…) os termos de uso e as limitações…

No que se refere ao plágio, alguns mecanismos de busca tentam identificá-los e “punir” os sites com queda de posicionamento em buscas. Há scripts, extensões e plugins que tentam dificultar que textos e imagens sejam copiadas de sites.

As licenças de uso devem ser observadas com bastante atenção para evitar possíveis problemas jurídicos. Há sites que indicam as suas políticas de direitos autorais. Copyright, Copyleft, Creative Commons, Domínio Público, Fair Play são alguns termos e conceitos que emergem neste contexto, influenciados por legislações e culturas diferentes.

Ao contrário do que muitos pensam, a internet não está isenta de direitos autorais. Não há nenhuma lei que sustente esta questão. Trata-se, na verdade, de um mito. Também é importante salientar que a proteção dos direitos autorais não depende diretamente do registro dos conteúdos. Em outras palavras, não é obrigatório que um autor registre os seus conteúdos publicados em um site para que ele esteja protegido pela lei de direitos autorais (LDA). No entanto, o registro pode ser muito importante para ajudar a definir questões de autorias e direitos.

A questão é bastante complexa, polêmica e confusa. A lei encontra-se em revisão, que precisa contemplar com clareza questões relacionadas às novas Tecnologias de Informação e Comunicação. 

Aspectos relacionados à educação e divulgação acadêmica e científica também devem ser tratados com objetividade.   

A preocupação com direitos autorais também tem relação com a Educação a Distância. Instituições, conteúdistas, designers instrucionais, professores, entre outros autores, devem ter em mente que cuidados com direitos autorais são necessários. Carmem Maia e João Mattar tratam brevemente desta questão no livro ABC da EaD.  

Para ajudar a entender um pouco melhor a questão, apresento alguns links interessantes sobre direitos autorais:

Lei de Direitos Autorais: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9610.htm

Site da Consulta Pública sobre Modernização da Lei de Direitos Autorais: http://www.cultura.gov.br/consultadireitoautoral/

Creative Commons : http://creativecommons.org/ 

Escritório de Direitos Autorais da Fundação da Biblioteca Nacional: http://www.bn.br/portal/?nu_pagina=25

Creative Commons BR : http://www.creativecommons.org.br/

Materiais didáticos de E-learning: Power Point e Flash para apresentações, animações e cia

Sem dúvida, o Power Point ainda reina nos ambientes domésticos e profissionais de autoria e distribuição apresentações, animações e slides. É o programa mais usado por professores e profissionais de áreas diversas. Para a visualização das apresentações, é necessário que o dispositivo possua preferencialmente o Power Point ou software compatível, sendo que, no último, caso aumenta a possibilidade de que nem tudo apareça ou seja animado da forma planejada. A própria diferença entre versões do Office pode apresentar surpresas.

A Microsoft, a partir do Office 2003, inseriu uma forma de gravar em CD/DVD os arquivos necessários para a visualização a apresentação. Isto, em parte, resolveria o problema da ausência do software ou conflitos de compatibilidade. No entanto, na prática a situação não é tão simples por alguns motivos: a) alguns usuários não tem privilégios administrativos para instalar programas em computadores, principalmente em ambientes profissionais; b) alguns usuários não gostam ou ficam com medo de fazer a instalação; c) o sistema precisa ser Windows; d) o computador precisar ser capaz de atender a requisitos mínimos de sistema para a instalação do visualizador. Em síntese, a questão não é tão simples.

No caso da internet, o formato mais comum para divulgação profissional de animações e apresentações na internet é o Flash (anteriormente da Macromedia e hoje da ADOBE). É o software de banners, animações variadas, vídeos, muitos jogos… Estima-se que mais de 95% dos computadores tenham o Flash Player instalado. O player pode ser baixado gratuitamente. O problema aqui é a Apple, que não roda Flash no iPad e no iPhone. Os motivos são polêmicos e não convém entrar aqui nesta discussão. Em alguns casos, usuários buscam formas alternativas para instalar o Flash nestes dispositivos, já que a ausência pode influenciar significativamente a visualização de sites e experiências interativas diversas, assim como a visualização de vídeos.

O Flash é muito comum na produção de CD’s e DVD’s com conteúdos diversos, como os que acompanham revistas de informática. É muito usado para e-learning, cursos em CD/DVD e jogos.

O Flash roda diretamente no navegador da internet. O leitor do Flash roda como um plugin/complemento que atua de forma integrada ao navegador. O arquivo em Flash é , em geral, mais leve, seguro e restrito que o Power Point.

O Power Point não salva em Flash. A conversão de uma apresentação de Power Point em Flash não é uma tarefa tão simples, principalmente se o objetivo for manter animações, transições e outras funcionalidades. Há programas gratuitos e pagos, com características e recursos variados. Dependendo dos efeitos e das animações, nem todos os recursos e possibilidades do Power Point são devidamente convertidas para o Flash.

Formatos universais ou multiplataformas: PDF para materiais didáticos e documentos em geral

PDF : um formato multiplataforma

Recentemente um aluno perguntou sobre o uso de documentos em formato PDF para materiais didáticos. Sem dúvidas, o formato PDF é de grande importância na publicação, divulgação e compartilhamento de documentos. A partir da versão 2007 do Office da Microsoft, é possível salvar arquivos em PDF, fato que muitos parecem desconhecer. Outros editores de textos também permitem isto. Além disso, há programas gratuitos e pagos que permitem a conversão, edição, combinação e publicação em PDF a partir de uma granda diversidade de formatos.

Arquivos em PDF podem ser abertos em diferentes plataformas (Windows, Linux, Mac OS, Android, IOS..), inclusive em dispositivos portáteis como e-readers, tablets, smartphones. Isto sinaliza a forte presença do formato e a ampla penetração em contextos digitais.

Algumas vantagens de arquivos PDF:

  • Proteção contra edicão – quando não se deseja que o arquivo seja editado pelo leitor
  • apagamento e deformações acidentais – arquivos de texto em txt, rtf ou doc, por exemplo, podem ser apagados ou deformados por acidente
  • Evita problemas com fontes, figuras, tabelas e cia – este tipo de problema faz com que o arquivo não seja devidamente visualizado dependendo do computar, principalmente se não forem usadas as fontes seguras e se imagens em formatos pouco comuns forem empregados no texto
  • Evita incompatibilidade entre versões diferentes de editores de texto – alguns problemas podem ser oscilação de espaços em branco, espaçamento, cabeçalhos e rodapés, efeitos em figuras, fluxogramas e gráficos…
  • Formato popular para e-books, documentos oficiais, apostilas, publicações acadêmicas
  • Tamanho (peso) pequeno – principalmente se o documento tiver imagens, gráficos…
  • “aparência” mais profissional

 

O mais comum é produzir o arquivo de texto em editor de preferência como Word, OpenOffice e, quando pronto, gerar uma versão em PDF. Com programas específicos é possível gerar e editar arquivos de excelente qualidade em PDF e adicionar diferentes formas de restrições e proteções.

Em posts futuros, posso comentar e editar alguns softwares para produção, edição e proteção de PDF.

I SEMINÁRIO DE PESQUISAS SOBRE OS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

I SEMINÁRIO DE PESQUISAS SOBRE OS LIVROS DIDÁTICOS DE LÍNGUA PORTUGUESA

8 e 9 de outubro de 2012
Prédio Letras – USP

Submissão de trabalhos:

16/04/2012 a 10/05/2012 – inscrições para apresentação de trabalhos (comunicação e pôster)
11/06/2012 – resultado dos trabalhos aprovados

Site: http://dlcv.fflch.usp.br/I_seminario_de_pesquisas_sobre_os_livros_didaticos_de_lingua_portuguesa

Divulgação acadêmica e democratização do saber na web: publicar e tornar público

Uma das grandes vantagens da internet, especialmente do que se convencionou chamar de web 2.0, é a ampla possibilidade de interagir, produzir conteúdos e compartilhar… Este é, em grande parte, o espírito da internet hoje.

Hoje é possível que conteúdos diversos possam ser compartilhados.  Isto pode ser feito de forma diversas. O crescimento de publicações acadêmicas online e a passagem de publicações impressas para o mundo online são exemplos disto.

Como discutido em post anterior, há um visível aumento na quantidade de publicações, inclusive e-books, sendo disponibilizados gratuitamente na internet para download legal.

Neste sentido, alguns pesquisadores já adotaram esta postura de, mais do que publicar um artigo em sentido editorial, empenham-se em tornar públicos e acessíveis os seus estudos e suas pesquisas. Assim, os sites de grupos de pesquisas e de professores são ferramentas que contribuem para o progresso da ciência, para a divulgação do saber, para a formação de novos pesquisadores, para a democratização do conhecimento, entre outras contribuições possíveis.

Destaco aqui os sites de grupos de pesquisa e de professores-pesquisadores por serem, muitas vezes, iniciativas pessoais ou de pequenos grupos. Em outras palavras, muitos pesquisadores buscam socializar seus trabalhos. Neste caso, em geral, os custos e os trabalhos de produção, manutenção e atualização dos sites são de responsabilidade dos próprios pesquisadores e dos grupos.

Uma vantagem desta atitude é a facilidade de encontrar trabalhos com focos específicos e temáticas mais delimitadas. Assim, um grupo que trabalhe com linguística aplicada ou educação a distância, por exemplo, pode ser tornar uma fonte valiosa de estudos, tanto para pesquisadores em formação quanto para pesquisadores experientes.

Em novos posts, indicarei alguns sites de pesquisadores e grupos de pesquisa.

Caso conheça algum site de pesquisador ou grupo de pesquisa, faça a sua sugestão.

Linguística Aplicada é nova disciplina da Especialização em Língua Portuguesa na UNIGRANRIO

A Especialização em Língua Portuguesa apresenta este ano um currículo novo, com disciplinas que valorizam estudos interdisciplinares. Duas destas novas disciplinas que merecem destaque são: Tecnologia e Informação, no núcleo interdisciplinar, e Linguística Aplicada, no núcleo específico de estudos linguísticos.

O aluno estudará entre outras coisas, a formação da linguística aplicada, sua história, seus precursos no Brasil, temáticas e metodologias de pesquisa. Assim, pretende-se preencher uma lacuna importante geralmente deixada em segundo plano nos cursos de graduação em Letras.

Algumas das disciplinas novas:

  • Linguística Aplicada
  • Tecnologias e Informação
  • Comunicação e Interação
  • Linguagens e Memória

Detalhes sobre o curso: http://unigranrio.br/pos/lato/humanas/educacao.html