Educação

Design e hospedagem de sites: Introdução

Muitas pessoas gostariam de ter seus sites pessoais ou profissionais ( especialmente professores, consultores e profissionais liberais). No entanto, muitas dúvidas dificultam a criação e a hospedagem de sites. Desconhecer certos princípios gera a equivocada “solenização” do site. Como resultado, o interessado no site desiste por considerar a criação do site algo muito complexo e caro, o que pode não ser verdade em muitos casos.

No caso da Educação, há muitos benefícios possíveis para que os professores tenham os seus sites. Nele, professores podem oferecer links, disponibilizar materiais didáticos, propor atividades, interagir com outros professores, entre muitas outras possibilidades.

Este fato fica evidente nos Portais desenvolvidos por instituições de ensino, especialmente universidades. Professores e alunos encontram “dentro” deles – não acessível e visível à maioria dos visitantes – formas diferentes de interação com o professor e com os conteúdos da disciplinas, em Educação a Distância e em educação presencial.

Inicio com este post algumas discussões sobre o desenvolvimento e a hospedagem de sites. O objetivo é posibiiltar que o usuário entenda melhor aspectos de hospedagem e o design de um site, o que consequentemente possibilitará melhor tomada de decisões.

A questão que assusta muitas vezes é o custo de desenvolvimento, hospedagem e manutenção.  Este custo pode ser menor ou, pelo menos, mais consciente, se o interessado em ter o site tiver alguns conhecimentos sobre as formas de sites e hospedagem.  Isto logicamente contribui para a tomada de decisão e para a verificação de custo.

Além disso, contratar serviços de hospedagem sem planejamento pode trazer dor de cabeça e custos desnecessários.

Algumas questões que serão abordadas em posts futuros são:

  • Registro de domínios
  • Design e desenvolvimento de site
  • Hospedagem
  • Linguagens de programação
  • Blog e CMS ( Content Management System – Sistemas de administração de conteúdos)
  • Serviços gratuitos

Os posts não seguirão uma ordem específica e não devem ser entendidos como capítulos.

Muitas questões abordadas serão dúvidas, curiosidade e perguntas de colegas que pretendem ter um site.

Moodle prepara versão 2.0 beta para teste

Está previsto para este mês de abril a liberação do Moodle 2.0 em versão beta, para testes. Este excelente Ambiente Virtual de Aprendizagem deverá ter a sua versão 2.o lançada em julho. Inicialmente a previsão de lançamento era para o segundo semestre do ano passado.

A versão beta, em geral, não é recomendada para os sites de uso real, uma vez que pode apresentar erros.

O site do Moodle (www.moodle.org ) não indica a pretensão de uma Release Candidate depois da versão beta. Assim, é possível que as funcionalidades da versão beta sejam idênticas à versão de lançamento.

Embora seja possível testar versão diárias de desenvolvimento do Moodle, é provável que o lançamento da versão beta gera bastante interesse em núcleos de Educação a Distância.  No entanto, é possível que a atualização do sistema em grandes instituições e sites educacionais ainda demore um pouco.

Convém mencionar que o Moodle é um ambiente de ensino de código aberto, sendo o seu uso gratuito sob licença GPL.

Ambiente Virtual de Aprendizagem

O que é um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) ?

Ambiente Virtual de AprendizagemAVA é uma sigla que significa Ambiente Virtual de Aprendizagem, em geral uma adaptação do inglês Learning Management System (LMS) .

O Ambiente Virtual de Aprendizagem ou Sala de Aula Virtual é um ambiente baseado em internet ( também é possível em intranets) que funciona de forma semelhante a um Portal cujo objetivo básico é a Educação a Distância. Para entender melhor, vejamos  algumas características de um AVA:

  • O acesso ao “interior” AVA é feito por meio de login;
  • Pouco conteúdo fica disponível ou visível para usuários não cadastrados;
  • Há papeis com permissões diferentes para os usuários. Administrador, criador de curso, professo ou tutor, aluno e visitante são alguns exemplos;
  • Os cursos são separados em “salas virtuais” e o acesso é restrito por código, senha ou inscrição feita ou aprovada pelo responsável no curso;
  • As ferramentas e funcionalidades encontram-se voltadas primordialmente para a situação de ensino-aprendizagem;
  • Há formas variadas de comunicação e interação(atividades diversas, tarefas, chat, blog, forum etc);
  • O professo ou tutor pode acompanhar o desenvolvimento e a participação do aluno, alaborar e corrigir atividades, atribuir notas, estabelecer prazos para a realização de atividades, enviar mensagens, e muito mais.
  • Há exercícios de naturezas diversas, alguns similares à aprendizagem presencial

Outras denominações comuns são:  Learning Platform ( LP) e Learning Content Management System (LCMS).

O sistema, que requer linguagem dinâmica de programação web ( PHP, ASP, ASP.net, JSP, por exemplo) e banco de dados web ( MySQL, por exemplo), fica hospedado num servidor. Este servidor pode ser acessado por intranet ou, na maioria das vezes, por internet.

Alguns exemplos de Ambientes Virtuais de Aprendizagem são: Moodle, Teleduc e Blackboard.

A instalação de um AVA em um desktop ou laptop requer instalações prévias e não é uma tarefa tão simples quanto instalar programas do Windows.  No caso do Moodle, por exemplo, é preciso instalar um servidor web ( Apache), a linguagem de programação (PHP) e um banco de dados ( MySQL, em geral).  Depois de instalar este conjunto, é preciso criar e configurar um banco de dados. Só depois disso, a instalação do Moodle pode ser iniciada. Em termos objetivos, estes procedimentos amedrontam muita gente.

Dicas para monografia

Pós-Graduação: dúvidas sobre os tipos de cursos?

Pós-Graduação Dúvidas sobre os tipos de Pós-Graduação, seus objetivos e características?

O professor  Dr. Alexander Meireles da Silva, da Universidade Federal de Goiás, oferece um interessante artigo no site Ensino 21, no qual aborda dúvidas comuns de recém graduados e profissionais.

No artigo,  Alexander apresenta algumas diferenças entre os cursos de pós-graduação lato sensu (especialização) e stricto sensu ( mestrado e doutorado).

Sem dúvida, o texto esclarece muitos pontos que geralmente deixam dúvidas nos estudantes.

 ” Como o próprio termo indica, “Pós-Graduação” se refere a cursos realizados após o término da Graduação seja esta um Bacharelado ou uma Licenciatura. Neste ponto começam as dúvidas.

É interessante perceber como os alunos de Letras de Instituições de Ensino Superiores tanto públicas quanto privadas interessados na continuidade dos seus estudos apresentam as mesmas dúvidas sobre os cursos de Pós-Graduação.

Em virtude desse quadro, o Ensino 21 lista abaixo algumas das principais perguntas sobre esse pouco conhecido (e muitas vezes temido) mundo da Pós-Graduação.

Independente do curso escolhido não se esqueça: não pare de estudar! Afinas de contas, como nos ensina o provérbio popular: “Pedra que rola não cria limo!”

Leia o artigo.

Materiais Didáticos de Língua Estrangeira : artigo

Como definir um material didático? Quais os papéis dos materiais didáticos? Quais as formas ou modalidades de materiais didáticos?

 Estas e outras questões são tratadas em artigo:

VILAÇA, M. L. C. O material didático no ensino de língua estrangeira: definições, modalidades papéis. Revista Eletrônica do Instituto de Humanidades da Unigranrio. Número XXX. Julho-Setembro de 2009.

Resumo

Este artigo discute definições, modalidades e papéis dos materiais didáticos no ensino de línguas estrangeiras. O objetivo deste trabalho é proporcionar melhor compreensão sobre o que seja um material didático. Embora este artigo focalize predominatemente no ensino de línguas estrangeiras, algumas das discussões aqui realizadas poderão contribuir para outras áreas, especialmente o ensino de língua materna.  
Palavras Chave: material didático, língua estrangeira, livro didático

LEIA O ARTIGO. DISPONÍVEL PARA LEITURA

Para conhecer outros artigos meus visite o site principal – www.ensinoatual.com

Introdução em monografias, dissertações e teses

Uma dúvida frequente de alunos de graduação e pós-graduação é o conteúdo e o tamanho da introdução.  Em monografias, é comum encontrar introduções muito curtas. Embora não haja uma fórmula, uma introdução muito curta pode parecer descuido. Como a versão final de uma introdução é geralmente a última parte a ser escrita, uma introdução muito breve pode dar a sensação de trabalho terminado às pressas. Repito:: é uma possível sensação. Pode ser ou não o caso.

Por outro lado, uma introdução muito grande pode ser muito cansativa, repetitiva ou adiantar demais discussões dos capítulos.

A introdução deve ser uma apresentação do trabalho, que objetiva, entre outras coisas, cativar o leitor e prepará-lo para a leitura do trabalho.

Ela pode conter:

  • Contextualização (área do trabalho, foco, nível do estudo…)
  • Motivação
  • Problema de pesquisa/tema
  • Objetivos do trabalho
  • Relevância do estudo- em termos teóricos e/ou práticos
  • Contribuições esperadas do trabalho
  • Apresentação da metodologia de pesquisa – apenas para situar o leitor- trabalhos aplicados, em geral, apresentam um capítulo específico para isto
  • Apresentação geral dos capítulos
  • Considerações gerais

Em pesquisas aplicadas, é comum que alguns aspectos sejam retomados e discutidos com maior profundidade no capítulo de Metodologia da Pesquisa.

Aconselho a leitura de trabalhos na área (temática e disciplina) da monografia/dissertação/tese para verificar como a introdução foi estruturada.

Introduções em artigos seguem uma lógica um pouco diferente, uma vez que deve ser consideravelmente menor.

Trabalhos Acadêmicos

Comentarei aqui no blog, em diferentes posts, questões relativas ao planejamento, à elaboração e à redação de trabalhos acadêmicos.  

Os primeiros comentários tratarão de introdução, resumo e abstract.  

É possível também que alguns livros ou artigos sobre tais questões sejam sugeridos e/ou comentados.

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